A HORA DA LUTA CONTRA O CHOQUE ULTRALIBERAL. ÀS RUAS PELA CLASSE TRABALHADORA!
Trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, o avanço da extrema-direita
no primeiro turno das eleições presidenciais acende um sinal vermelho
intransigível! Uma eventual vitória do Flávio Bolsonaro no segundo
turno representará a sanha desmedida das oligarquias - essa ínfima
minoria de 1% que parasita a economia nacional - para desferir um
golpe mortal contra todas as conquistas históricas, econômicas e
sociais do nosso povo.
Não se trata de conjectura, mas de um plano abertamente anunciado. A
própria coordenação econômica da campanha já declarou sem pudores a
intenção de aplicar um receituário ultraliberal copiado da carnificina
imposta por Javier Milei na Argentina. O resultado dessa barbárie é
visível: desemprego estrutural galopante, terra arrasada no mercado
interno, arrocho salarial e a destruição completa do tecido social.
A farsa do corte de gastos - estimada em estarrecedores R$ 250 bilhões
pela sanha tecnocrata - virá com força total para sangrar o orçamento
público, sacrificando o povo trabalhador para saciar a gula dos
rentistas internacionais e da burguesia especulativa. O plano é o
sucateamento deliberado do SUS, da educação pública e do BPC, jogando
a classe trabalhadora na defensiva para rebaixar salários e instituir
um patamar desumano de superexploração. É a miséria planejada para
garantir o lucro dos grandes empresários e do agronegócio
latifundista.
Para impor essa máquina de destruição em velocidade máxima, a direita
e o neofascismo não hesitarão em instaurar o terror contra os
sindicatos, movimentos populares, juventude e a esquerda organizada,
contando com a cumplicidade de setores corrompidos das forças armadas,
das polícias e do judiciário, além dos tentáculos das milícias. Nos
bastidores, a submissão aos interesses do imperialismo estadunidense -
escancarada pelo alinhamento automático com figuras como Marco Rúbio -
quer transformar o Brasil novamente numa colônia de exploração,
chupada até à última gota e abandonada aos escombros.
Neste momento dramático da nossa história, a omissão é antessala da
derrota: a abstenção é um favor prestado ao fascismo.
A classe trabalhadora consciente não pode se curvar. É hora de varrer
o medo, ocupar as ruas e marchar em defesa da reeleição do Presidente
Lula, barrando na marra a ofensiva reacionária pela mobilização
popular!
NENHUM DIREITO A MENOS! TODO PODER À CLASSE TRABALHADORA!!
LIGA COMUNISTA BRASILEIRA - LCB



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